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Comparações entre governos feitas apenas com dados reais de instituições respeitáveis. Declarações reais, gravadas e disponibilizadas em vídeo. Entrevistas, leis e artigos com suas fontes claramente citadas. Pare de acreditar nas bobagens da propaganda e veja a informação real.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Participação do PIB brasileiro no PIB mundial
Retomando as comparações, apresentamos agora os dados referentes à participação do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil medido em Paridade de Poder de Compra no PIB somado mundial. A fonte dos dados é o banco de dados World Economic Outlook do Fundo Monetário Internacional. Para verificar os dados, consulte a entrada "PPPSH", "Gross domestic product based on purchasing-power-parity (PPP) share of world total" na planilha "By Countries" disponível no link acima.
Média da participação do PIB brasileiro no PIB mundial por governo:
Governo FHC: 3,233%
Governo Lula: 2,995%
Governo Dilma: 2,960%
Podemos ver, assim, que a participação da produção brasileira no total produzido no mundo tem caído gradualmente desde o fim do governo Fernando Henrique Cardoso. Considerando as previsões de crescimento pífio para este ano e o próximo, podemos esperar uma participação ainda menor no futuro caso não ocorra uma alteração significativa na política econômica.
Média da participação do PIB brasileiro no PIB mundial por governo:
Governo FHC: 3,233%
Governo Lula: 2,995%
Governo Dilma: 2,960%
Podemos ver, assim, que a participação da produção brasileira no total produzido no mundo tem caído gradualmente desde o fim do governo Fernando Henrique Cardoso. Considerando as previsões de crescimento pífio para este ano e o próximo, podemos esperar uma participação ainda menor no futuro caso não ocorra uma alteração significativa na política econômica.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Dívida federal como proporção do PIB
Atendendo a vários pedidos, apresentamos agora os dados para a dívida pública federal ao final de cada governo, como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Os dados são fornecidos pelo Banco Central. O código da série de valores históricos do PIB é 1208; o código da série de valores históricos da dívida é 4468. Como a série de valores da dívida tem periodicidade mensal, utilizamos os valores relativos ao mês de dezembro.
(*) O valor da dívida em 2002 foi corrigido pela inflação acumulada até o final de 2009.
Os números demonstram que a dívida pública do governo federal ao final do governo Lula é comparável, em proporção do Produto Interno Bruto, à dívida pública ao final do governo Fernando Henrique Cardoso - e consideravelmente maior em termos absolutos.
| Governo | Ano | PIB (R$) | Dívida liq. federal (R$) | Dívida como % do PIB |
|---|---|---|---|---|
| FHC | 2002 | 2.461.947.088.028,71 | 817.311.303.688,16 (*) | 33,19% |
| Lula | 2009 | 3.143.014.695.014,36 | 932.535.290.000,00 | 29,67% |
(*) O valor da dívida em 2002 foi corrigido pela inflação acumulada até o final de 2009.
Os números demonstram que a dívida pública do governo federal ao final do governo Lula é comparável, em proporção do Produto Interno Bruto, à dívida pública ao final do governo Fernando Henrique Cardoso - e consideravelmente maior em termos absolutos.
Novo Resumo Visual
O Resumo Visual foi atualizado, agora com algumas informações a mais, maior padronização na exibição dos dados, e números para acompanhar cada barra indicadora. Veja e divulgue.
Resumo Visual das Estatísticas
(clique na imagem para vê-la no tamanho original)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Contenciosos na Organização Mundial do Comércio
A Organização Mundial do Comércio, ou World Trade Organization, é o principal órgão internacional para resolução de disputas comerciais entre diferentes países. Comparando a atuação dos últimos governos na defesa da soberania e interesses nacionais, levantamos agora dados de instauração de contenciosos, com o Brasil como reclamante, junto à OMC (verifique a informação aqui).
Registro de contenciosos junto à Organização Mundial do Comércio:
De 1994 a 2002: 22 contenciosos registrados.
De 2002 a 2010: 3 contenciosos registrados.
Os contenciosos são instaurados pelo país reclamante; no caso do Brasil, pela Coordenação-Geral de Contenciosos, do Ministério das Relações Exteriores. É evidente, assim, que o governo Fernando Henrique Cardoso teve atuação muito mais forte na defesa dos interesses comerciais Brasileiros frente ao resto do mundo que o governo Lula.
Registro de contenciosos junto à Organização Mundial do Comércio:
De 1994 a 2002: 22 contenciosos registrados.
De 2002 a 2010: 3 contenciosos registrados.
Os contenciosos são instaurados pelo país reclamante; no caso do Brasil, pela Coordenação-Geral de Contenciosos, do Ministério das Relações Exteriores. É evidente, assim, que o governo Fernando Henrique Cardoso teve atuação muito mais forte na defesa dos interesses comerciais Brasileiros frente ao resto do mundo que o governo Lula.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Concessões para Exploração de Petróleo
Sendo tema recorrente nas campanhas e debates desta eleição, apresentamos agora um comparativo dos contratos de concessão para exploração de petróleo nos últimos governos. Segundo o site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP (acesse os dados aqui), os números para contratos de concessão de exploração de petróleo são os seguintes:
Número de contratos de concessão para exploração petrolífera:
De 1999 a 2002: 37 blocos (média de 9,25 ao ano), dos quais 29 (ou 78,37%) à Petrobras
De 2003 a 2010: 478 blocos (média de 59,75 ao ano), dos quais 230 (ou 48,11%) à Petrobras
Vemos, desta forma, que a estratégia de concessão para exploração de petróleo - atacada como privatização pela campanha de Dilma e em material do PT - foi aplicada de forma muito mais ferrenha durante o governo Lula que durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Além disso, durante o governo Lula a proporção dos contratos de concessão firmados com empresas privadas - ou seja, cuja exploração foi concedida a outras empresas, e não à Petrobras - foi muito maior.
Número de contratos de concessão para exploração petrolífera:
De 1999 a 2002: 37 blocos (média de 9,25 ao ano), dos quais 29 (ou 78,37%) à Petrobras
De 2003 a 2010: 478 blocos (média de 59,75 ao ano), dos quais 230 (ou 48,11%) à Petrobras
Vemos, desta forma, que a estratégia de concessão para exploração de petróleo - atacada como privatização pela campanha de Dilma e em material do PT - foi aplicada de forma muito mais ferrenha durante o governo Lula que durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Além disso, durante o governo Lula a proporção dos contratos de concessão firmados com empresas privadas - ou seja, cuja exploração foi concedida a outras empresas, e não à Petrobras - foi muito maior.
Índice de Percepção da Corrupção
A organização Transparency International divulgou os dados para 2010 do Índice de Percepção de Corrupção, uma métrica do nível de corrupção em instituições públicas para 178 países. O índice varia de 10 (pouca corrupção) a 0 (muita corrupção). O índice é divulgado desde 1995. Veja aqui a comparação histórica:
Índice de Percepção da Corrupção (quanto menor o índice, maior a corrupção):
1995 (acesse o relatório aqui): 2,7
2002 (acesse o relatório aqui): 4,0
2010 (acesse o relatório aqui): 3,7
Ou seja, ao longo do governo Fernando Henrique Cardoso ocorreu uma redução significativa no nível de corrupção das instituições públicas do Brasil, enquanto que nos oito anos do governo Lula a corrupção aumentou no país, representando um grave retrocesso no desenvolvimento do Brasil como democracia.
Sobre o índice ser de percepção ao invés de corrupção propriamente dita, a instituição Transparency International ressalta o seguinte:
"Perceptions are used because corruption – whether frequency or amount – is to a great extent a hidden activity that is difficult to measure. Over time, perceptions have proved to be a reliable estimate of corruption."
Traduzindo: "Percepção é utilizada pois corrupção - tanto em frequência quanto quantidade - é em grande parte atividade oculta que é difícil de medir. Ao longo do tempo, percepção tem provado ser uma estimativa confiável da corrupção."
Após várias reclamações infundadas, baseadas apenas na utilização da palavra "percepção", ressaltamos: o índice é calculado considerando-se vários fatores, e inclui entrevistas com jornalistas, agentes públicos e empresários, entre outros, e é considerado pela Transparency International uma medida mais exata da corrupção real que outras baseadas em números de escândalos, denúncias e investigações. Para mais informações, leia o relatório completo aqui.
Índice de Percepção da Corrupção (quanto menor o índice, maior a corrupção):
1995 (acesse o relatório aqui): 2,7
2002 (acesse o relatório aqui): 4,0
2010 (acesse o relatório aqui): 3,7
Ou seja, ao longo do governo Fernando Henrique Cardoso ocorreu uma redução significativa no nível de corrupção das instituições públicas do Brasil, enquanto que nos oito anos do governo Lula a corrupção aumentou no país, representando um grave retrocesso no desenvolvimento do Brasil como democracia.
Sobre o índice ser de percepção ao invés de corrupção propriamente dita, a instituição Transparency International ressalta o seguinte:
"Perceptions are used because corruption – whether frequency or amount – is to a great extent a hidden activity that is difficult to measure. Over time, perceptions have proved to be a reliable estimate of corruption."
Traduzindo: "Percepção é utilizada pois corrupção - tanto em frequência quanto quantidade - é em grande parte atividade oculta que é difícil de medir. Ao longo do tempo, percepção tem provado ser uma estimativa confiável da corrupção."
Após várias reclamações infundadas, baseadas apenas na utilização da palavra "percepção", ressaltamos: o índice é calculado considerando-se vários fatores, e inclui entrevistas com jornalistas, agentes públicos e empresários, entre outros, e é considerado pela Transparency International uma medida mais exata da corrupção real que outras baseadas em números de escândalos, denúncias e investigações. Para mais informações, leia o relatório completo aqui.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Arrecadação do Governo Federal
Continuando o levantamento de informações, verificamos agora a arrecadação total e média anual dos governos Fernando Henrique Cardoso e Lula, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (verifique aqui). Confira os números totais e deflacionados com base em 2002:
Arrecadação bruta do governo federal (em milhões de Reais):
De 1995 a 2002: 1.197.065,81 ou 149.633,23 ao ano.
De 2003 a 2010: 3.235.237,20 ou 404.404,65 ao ano.
De 2003 a 2010 deflacionado com base em 2002: 2.190.114,54 ou 273.764,32 ao ano.
Ou seja, o governo Lula teve uma arrecadação média anual 170% maior que o governo Fernando Henrique ou, em termos deflacionados, 48% maior.
Note que o valor deflacionado é o valor total da arrecadação do período Lula corrigido pela inflação acumulada até o momento e, portanto, reflete um valor menor que o real por aplicar a inflação de 8 anos de governo à arrecadação total. Mesmo assim, fica claro que o governo Lula teve acesso a recursos muito mais vultosos que o governo Fernando Henrique mas, como evidenciam as demais comparações já realizadas, foi incapaz de transformar esta vantagem orçamentária em resultados para a sociedade.
Arrecadação bruta do governo federal (em milhões de Reais):
De 1995 a 2002: 1.197.065,81 ou 149.633,23 ao ano.
De 2003 a 2010: 3.235.237,20 ou 404.404,65 ao ano.
De 2003 a 2010 deflacionado com base em 2002: 2.190.114,54 ou 273.764,32 ao ano.
Ou seja, o governo Lula teve uma arrecadação média anual 170% maior que o governo Fernando Henrique ou, em termos deflacionados, 48% maior.
Note que o valor deflacionado é o valor total da arrecadação do período Lula corrigido pela inflação acumulada até o momento e, portanto, reflete um valor menor que o real por aplicar a inflação de 8 anos de governo à arrecadação total. Mesmo assim, fica claro que o governo Lula teve acesso a recursos muito mais vultosos que o governo Fernando Henrique mas, como evidenciam as demais comparações já realizadas, foi incapaz de transformar esta vantagem orçamentária em resultados para a sociedade.
domingo, 24 de outubro de 2010
Produção de Petróleo - Dados Preliminares
Já trabalhando no levantamento dos próximos comparativos a serem adicionados ao site, buscamos agora os números para produção de petróleo no Brasil, fornecidos pelo IPEA (acesse aqui). Segundo os dados do instituto, a produção de petróleo cresceu de forma muito mais acelerada no governo Fernando Henrique Cardoso que no governo Lula. Vejam:
Produção anual de petróleo em milhares de metros cúbicos:
1994: 38766
2002: 84434
2007: 101755
Houve, desta forma, um crescimento anual de 10,21% durante o governo Fernando Henrique, contraposto a um crescimento anual de apenas 3,80% ao longo do governo Lula, mostrando uma evolução muito mais acentuada na Petrobrás e indústria de petróleo Brasileira em geral no governo FHC.
Produção anual de petróleo em milhares de metros cúbicos:
1994: 38766
2002: 84434
2007: 101755
Houve, desta forma, um crescimento anual de 10,21% durante o governo Fernando Henrique, contraposto a um crescimento anual de apenas 3,80% ao longo do governo Lula, mostrando uma evolução muito mais acentuada na Petrobrás e indústria de petróleo Brasileira em geral no governo FHC.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Ensino Profissional - Dados Preliminares
Preparando a próxima comparação entre governos, levantamos junto ao Censo da Educação Básica do INEP (link aqui) dados referentes ao número de matrículas em instituições federais do Ensino Profissional no Brasil. Os dados, apesar de estarem disponíveis apenas a partir de 2001 e, assim, não permitirem uma comparação mais completa entre os governos Lula e FHC, são bastante interessantes - e mostram o quão estarrecedora é a mentira sobre a evolução da área na propaganda eleitoral.
Número de matrículas na educação profissional em instituições federais:
2001: 56579
2002: 72249
2009: 86634
No último ano do governo Fernando Henrique Cardoso - o único com dados documentados pelo INEP para Educação Profissional - o número de matrículas aumentou em 15670, enquanto que durante os sete anos do governo Lula com dados já disponibilizados, o número de matrículas cresceu em apenas 14385. Ou seja, apenas no último ano do governo FHC houve um crescimento maior no número de alunos matriculados em instituições federais do ensino técnico que o alcançado em todo o governo Lula.
Estamos ainda verificando os dados e buscando fontes com uma série histórica mais longa para compararmos os dois governos de forma mais completa, mas a comparação preliminar já mostra uma imagem muito diferente daquela apresentada pela propaganda.
Número de matrículas na educação profissional em instituições federais:
2001: 56579
2002: 72249
2009: 86634
No último ano do governo Fernando Henrique Cardoso - o único com dados documentados pelo INEP para Educação Profissional - o número de matrículas aumentou em 15670, enquanto que durante os sete anos do governo Lula com dados já disponibilizados, o número de matrículas cresceu em apenas 14385. Ou seja, apenas no último ano do governo FHC houve um crescimento maior no número de alunos matriculados em instituições federais do ensino técnico que o alcançado em todo o governo Lula.
Estamos ainda verificando os dados e buscando fontes com uma série histórica mais longa para compararmos os dois governos de forma mais completa, mas a comparação preliminar já mostra uma imagem muito diferente daquela apresentada pela propaganda.
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